Blog da Paschoalick : Os 4 Ps da Educação : Como Educar os Filhos


31/07/2010


Seja meu leitor! Muito obrigada!

Agradeço sua visita e informo:

Atualmente estou escrevendo em outros endereços.

Peço que os acesse e divulgue. Conto com você e seus comentários para me comunicar melhor. Escolha o endereço ue melhor combina com seu perfil.

Muito obrigada por me prestigiar:

www.comoeducarosfilhos.blogspot.com  (onde escrevo orientações aos pais)


http://twitter.com/elypaschoalick  (onde interajo com meus seguidores e com quem eu sigo)

www.elypaschoalick.blogspot.com   (onde escrevo como Ely_cidadã, que anda de ônibus, que é enrolada nas oficinas mecânicas, que faz a prova do ENEM, que vota, dorme, anda, vai à Igreja e se diverte na vida).

www.elypaschoalickeosprofessores.blogspot.com   (onde escrevo especificamente sobre como ensinar em sala de aula ou fora dela).

www.uipi.com.br/coluna-educacao  (onde reflito sobre educação de uma maneira geral)


www.megaminas.globo.com/coluna/educacao (onde dou consultoria sobre como educar os filhos)

http://www.uipi.com.br/professor-nota-10zero (onde enalteço os educadores que merecem nota 10 e critico atitudes de professores que merecem NOTA ZERO)

Conheça minha vida e o que faço nela:

Quem é Elypaschoalick? http://elypaschoalick.blogspot.com/2010/10/quem-e-elypaschoalick.html  

 

Conheça os 4 P's da Educação clicando nesta matéria postada 

 

 

Escrito por Ely Paschoalick às 15h09
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Pai! Ensine seu filho a pensar

Ely Paschoalick comenta com os pais sobre hábitos educativos que passam para as crianças e os adolescentes as mensagens: “NÃO SINTAS” e "NÃO PENSES".
         
        Tenho ocupado este espaço alertando aos pais sobre atitudes negativas na educação que no lugar de estimular as crianças e os adolescentes a serem atenciosos e colaboradores acabam provocando uma confusão mental e levando os filhos a criarem uma espécie de defesa utilizando o "Não SENTIR" e o "NÂO PENSAR" para continuarem com seus comportamentos inadequados e tão indesejados e repreendidos pelos pais.


    Estas mensagens "NÂO SINTAS" e "NÂO PENSES" são facilmente assimiladas por crianças e adolescentes que recebem educação através de humilhações; depreciação; recompensas e punições.
    Você poderá estar contestando pois premios e castigos, recompensas e punições funcionam tão bem!
    Sim, podem até funcionar no aspecto comportamental daquele momento, mas só serão positivas para os futuros comportamentos se forem dados em um clima de reconhecimento, identificação e valorização do ser como indivíduo único e competente, potente e adequado.
    E se este clima existe, os pais não precisam lançar mão de premios e castigos para conseguir o comportamento adequado pois as crianças e os adolescentes estarão tão envolvidos pela certeza de serem amados e capazes de cada vez serem melhores e obterem mais sucesso que os premios e castigos serão desnecessários.

      Uma atitude positiva que dispensa premios e castigos é desenvolver a capacidade de seu filho de pensar, questionar e ponderar.

    Para isto é necessário DEFINIR CLARAMENTE qual foi a falha da criança e do adolescente e FALAR SOBRE OS SENTIMENTOS da mãe ou pai frente ao fato, DESVINCULANDO o SER do filho de seu FAZER.
        CONVERSAR COM SEU FILHO de maneira que ele conclua:
        __"Eu sou um filho legal, bom e amado, mas este meu comportamento está errado. O que vou fazer para mudá-lo?"
    Sei que este é um caminho difícil e trabalhoso e principalmente arriscado pois não surte efeitos comportamentais imediatos como os premios e os castigos. Porém, são atitudes de formação moral e de estímulo ao PENSAR e SENTIR.
    Pessoas que não pensam e não sentem são incapazes de mudar seus comportamentos e de relacionar afetivamente com outras pessoas.
        Doi tanto ser humilhado, não ser reconhecido por exatamente aquilo que ele é (diferente do irmão, do primo com quem o comparam), dói tanto ser constantemente agredido com puxões de orelhas, chineladas e cintadas que como forma de defesa o indivíduo cria um sistema interno de não sentir que lhe possibilita continuar vivendo.
           A princípio o filho torna-se um chorão, mas a reação de rejeição ao choro (__Pare de chorar! IH! A Mariquinha chorona já começou! Agora começa a chorar né sem vergonha!) é tão grande por pais que praticam a humilhação e o chingatório que o filho passa do "sentir" para o "não sentir".
           Muitas vezes percebemos bem este sistema se instalando no filho pois ele mesmo verbaliza sacudindo os ombros ou levantando as sobrancelhas: __”Não doeu!”.
            Uma vez estabelecido este sistema ele é sustentado e solidificado pela  repetição das atitudes de depreciação, humilhação e pequenas, porém constantes agressões.
            Leia este exemplo de “NÃO SINTAS E NÃO PENSE!”:
        Outro dia ía eu caminhando próximo a minha casa, um bairro com pouco movimento de automóveis. Vinham duas mães conversando acompanhadas (sem segurar nas mãos) de seus filhos de 5,6 anos que saíam da escola.
       A mãe, que conversava animadamente com sua amiga, iniciou a travessia da rua e sua filha seguiu-a.
        Veio um carro e a mãe muito rapidamente, respondendo a um reflexo,correu para a calçada e começou a gritar.
       A criança de 5 anos parou petrificada, obedecendo de imediato.
           O carro também parou. A mãe iniciou um xingatório para o motorista. Ainda nervosa a mãe começou a bater no bumbum da criança  e a gritar que esta deveria ter mais atenção! Ser mais obediente! E a suspendia no ar por um só de seus braços o que nos dava até a impressão de que iria deslocá-lo ou quebrá-lo, tal era seu nervosismo.
       A criança chorava, chorava, depois a mãe a pegou no colo e a beijou chorando também mas não deixando de dar-lhe um sermão sobre como atravessar ruas.
          Este pode ser um exemplo clássico de mãe passando mensagens de “NÃO SINTAS” e “ NÃO PENSES”.
      Não penses porque a criança fica confusa tanto intelectualmente como emocionalmente.
           Possíveis questionamentos internos do cognitivo, do intelecto, do raciocínio da criança:
      ___Afinal quem estava errada? A mãe que já avançara a rua? A criança que acompanhava imitando a mãe? O motorista do carro que vinha na mão e tão vagarosamente e atenciosamente que permitiu até que brecasse e evitasse uma catástrofe?
    A criança fica confusa em seu pensar pois o motorista recebeu uma reação agressiva por parte da mãe.
    Ela, criança foi sacudida no ar e repreendida aos berros.
    Descrevi acima alguns dos possíveis questionamentos internos do intelecto da criança, agora vejamos os questionamentos do emocional da criança:
    ___Afinal, o que mereço pela minha incompetência: apanhar? Ser xingada? Humilhada na frente de minha coleguinha de escola?
Ser beijada? Ser suspensa agressivamente por um só braço?
    É fácil concluir que a confusão se formou na cabecinha da menina e ficou apenas a sensação de culpa e perdão.
    Culpa porque foi punida. Perdão porque foi beijada e carregada.
    A criança certamente se pergunta:
    __Qual foi a minha incompetência? Qual foi o meu erro? O que eu preciso fazer para não mais errar?
    E como esta pergunta fica sem resposta a criança generaliza e se instala nela uma sensação de “ALGO ESTÁ ERRADO COMIGO” e sua conclusão única sobre ela mesma é:
     __"Eu sou incompetente, impotente e inadequada".
    Analisando este caso podemos notar que na verdade a criança é tão obediente que parou ao primeiro grito da mãe.
    O motorista estava tão atento que parou ao ver as pessoas atravessando na frente  do carro.
    A mãe é que vinha distraída e conversando com a amiga e nem viu o carro.
    Ao perceber a possível extensão catastrófica de sua distração a mãe descontrolou-se emocionalmente e entrou em confusão mental, passando esta confusão a sua filha.
    A reação da mãe foi muito mais de nervosismo e medo de perder a criança do que descrever o erro da criança.
    Seria de extrema importância, para resgatar o PENSAR CLARO que a mãe confessasse que o erro não foi da criança e sim que o susto que ela mãe, que estava distraída, levou foi que desencadeou aquela reação.
    Provavelmente a criança entenderia que não se deve distrair ao caminhar pelas ruas e que era muito amada pela mãe que sentira tanto medo de perdê-la.
        Observe que sempre me refiro a “provavelmente”, “ é provável”,  “tem grande chance” Isto porque nada é matemático e absolutamente determinado. Da mesma maneira que uma criança recebe mensagens negativas pode receber mensagens extremamente positivas e estimuladoras de outro adulto afetivamente ligado a ela que a faça reagir diferentemente.
    Para você que me lê, analisar suas atitudes e refletir se seu filho está desenvolvendo "NÂO PENSES" e "NÂO SINTAS" basta responder a esta pergunta:
    __Meu filho, depois de uma repreensão, modifica seu comportamento ou o bom comportamento dura apenas na hora pois logo depois ele continua fazendo as mesmas coisas erradas?
    Se não há mudanças, o sistema está se instalando e cada vez seu filho necessitará mais de chingatórios, palmadas e castigos para ter um bom comportamento.

Escrito por Ely Paschoalick às 14h36
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27/07/2010


Conheça os 4 P's da Educação clicando na matéria postada dia 14 de dezembro de 2008

 

Escrito por Ely Paschoalick às 11h58
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“QUEM PRESTARÁ CONTAS A DEUS PELOS MILHARES DE CÉREBROS DESPERDIÇADOS NAS CARTEIRAS ESCOLARES?”

            Em minha experiência como educadora tenho me deparado com muitos adultos que me procuram desejosos de retornar a estudar ou de melhorar seu desempenho no mercado de trabalho e com crenças negativas sobre si em relação a sua capacidade de estudar e aprender.

            Inicio nossas conversas e logo constato que houve um rompimento na infância e quase todos os casos estão associados a comportamentos e posturas inadequadas de professores e diretores frente a erros e dificuldades enfrentadas pelo aluno quando criança.

            Não são poucas também as oportunidades em que sou procurada por professores, pais ou parentes angustiados com o tanto que aquela criança está indo mal e encontrando dificuldades nos estudos obtendo um baixo rendimento e correndo risco de reprovação ou mesmo ate de expulsão.

            Fico pensando que seria muito interessante se eu conseguisse escrever uma receita para que todos os professores e envolvidos nos processos educacionais pudessem seguir e com certeza não provocar este extermínio cerebral que se avoluma dia a dia no sistema escolar.

 

Costumo dizer que três são os fatores mais importantes:

 

1-     Acreditar que aquela criatura é capaz de mudar para melhor, é capaz de progredir, de conquistar o sucesso até que um dia chegue ao uso de toda sua potencialidade cerebral.

2-     Oferecer oportunidades dele conviver com estímulos que o desafiem de maneira a que consiga realizar com sucesso aquilo que um dia foi um fracasso.

3-     Medir os pequenos progressos e verbalizar de maneira bem concreta tais progressos de maneira que o individuo e todo o ambiente compreendam que está progredindo e caminhando em direção ao sucesso.

 

Vou compartilhar com vocês uma experiência que passei com meu neto e pude vivenciar os três passos e obter o sucesso.

 

Passo 1: ACREDITAR QUE AQUELA CRIATURA É CAPAZ DE MUDAR PARA MELHOR, É CAPAZ DE PROGREDIR, DE CONQUISTAR O SUCESSO ATÉ QUE UM DIA CHEGUE AO USO DE TODA SUA POTENCIALIDADE CEREBRAL.

 

            Esta é uma postura filosófica pois está associada a crença.

 É preciso acreditar. Crer!

 Se você duvida ou acha que: “bem, ele vai conseguir, mas não igual aos outros”. Pronto, já perdeu a crença. As mudanças já não acontecerão com a mesma espontaneidade que ocorreriam se você tivesse uma postura de crença na capacidade dele de vencer.

            Lembro-me do dia em que levávamos meu neto a um neurologista pois já com 1 ano e três meses não andava e puxava a perninha esquerda quando engatinhava.

Para nos, a cada dia tudo contribuía para que crêssemos que ALGO ESTAVA ERRADO COM ELE. Ele é gêmeos com outra criança que já andava, pulava, trepava e fazia todas as acrobacias possíveis de uma criança de um ano e três meses fazer. Ele fizera um cateterismo no coração aos 45 dias de vida e na ocasião houve uma secção muscular na perna esquerda, a mesma que ele puxava ao engatinhar. Nascera com dois defeitos: válvula do coração e válvula da uretra o que ocasionara que ele com apenas 15 meses de vida já se submetera a duas intervenções cirúrgicas.

            Mas mesmo assim eu acreditava que ele seria capaz de andar. Para mim esta crença era mais fácil de se solidificar pois além de ser uma educadora que acredita por principio tinha ainda pontos referenciais na família visto que eu mesma andara com quase três anos devido a uma descalcificação óssea por falta de sol e minha sobrinha andara com 2 anos e pouco. Reconheço que é mais fácil crer na capacidade do outro de vencer quando conhecemos casos de pessoas que venceram.

Impulsionada pela crença de que meu neto iria andar comecei a colocar em prática os segundo e terceiro passos da receita ou seja: Medir os pequenos progressos e verbalizar de maneira bem concreta tais progressos de maneira que o individuo e todo o ambiente compreendam aquele que está progredindo e caminhando em direção ao sucesso ao mesmo tempo em que oferecia oportunidades de meu neto conviver com estímulos que o desafiassem a andar, como por exemplo pegar em sua mãozinha e levá-lo a ir de um lugar a outro buscando objetos que o atraía.

SUCESSO! Enquanto praticava os três passos meu neto começou a andar e todos festejamos. Hoje isto é apenas uma vaga lembrança que nos faz mais fortes para crermos que meu outro neto de 12 anos que foi reprovado possa vir a ser um excelente aluno.

Também costumo dizer que três são as atitudes erradas que levam o indivíduo a permanecer no fracasso e não provocar mudanças se acostumando ao fracasso:

1-     Comparar o indivíduo com outras crianças até que ele e todos passem a crer que “ALGO ESTÁ ERRADO COM ELE”.

2-     Dar justificativas, achar desculpas para minimizar o problema ou mesmo compreendê-lo melhor.

3-      Procurar um culpado: a criança ou a família ou os amigos...

 Infelizmente estes três passos são praticados diuturnamente pela escola e seu corpo docente por isso que repito aqui a pergunta que meu mestre Dr. Feurstein faz:

“QUEM PRESTARÁ CONTAS A DEUS PELOS MILHARES DE CÉREBROS DESPERDIÇADOS NAS CARTEIRAS ESCOLARES?”

 

Escrito por Ely Paschoalick às 11h06
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Criança do século XXI

A Educadora Ely Paschoalick faz uma reflexão comparativa da criança de ontem e da criança do século XXI.

Conheça os temas das palestras de Ely Paschoalick clicando no postado dia 12-12-2008

Sendo eu uma pessoa com mais de meio século de vida me lembro bem de ter escutado, em minha infância e adolescência, inúmeras vezes: “Vá para lá, isto não é conversa para criança” e hoje observo que TUDO é conversado na frente de meus netos sejam eles bebês, crianças ou adolescentes e estes também são expectadores dos mais diferentes programas na televisão onde se apresentam todo tipo de comportamento: sexual - social - emocional.

 

Você leitor, que pode ser talvez bem mais novo ou mais velho do que eu, certamente vai se recordar de sua infância e concordar comigo que as crianças do século XXI  são muito mais estimuladas em suas curiosidades, em sua capacidade de pensar e em seus estímulos de mexer nisso ou naquilo.

 

Apesar de na sua maioria, as crianças de 2010, terem um espaço físico bem menor e mais restrito para brincar do que os quintais, ruas, praças e pátios escolares que eu e você experimentamos, ela se apresenta bem mais livre, mais aventureira, mais desafiadora e com maior contato com as vivências e costumes dos adultos.

 

São também fatores significativos para a existência deste espírito mais destemido, mais livre, mais explorador na criança do século XXI os hábitos que nós adultos efetuamos com os recém-nascidos. Vamos refletir em um pensamento comparativo as mudanças que ocorreram no tratamento com os recém-nascidos:

 

Desde seu nascimento as crianças do século XXI já entram em contato com a luz do dia, sem o uso de faixas de umbigo, cueiros e cobertores afunilando-as e apertando-as, crianças que desde que nasceram fazem uso de fraldas, copos, pratos, roupas e talheres descartáveis e inquebráveis; tais fatos fazem muita diferença no comportamento infantil.

 

Não se pode educar como antigamente, indivíduos que desde tenra idade são expostos a estímulos e informações que antigamente eram considerados “não conversa de criança”.

 

A criança do século XXI requer uma educação de muita conversa, de muita comunicação com os adultos.

 É necessário que os pais gastem tempo para ensinar seus filhos a pensar, ponderar, analisar e fazer suas escolhas.

Não mais podemos pretender que, como antigamente, as crianças obedeçam por temor ou por submissão.

 

 A criança livre do século XXI só consegue obedecer quando compreende e se sente colaboradora.

 

Pais, participem da vida cotidiana de seus filhos!

 

 

Escrito por Ely Paschoalick às 09h28
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24/07/2010


Inclusão - reflexão

      Quando iniciei uma série de palestras e cursos sobre a aceitação de alunos portadores de necessidades especiais em salas de aulas de alunos ditos "normais" percebi que era necessário definir o que é inclusão para mim.

      Depois de muito pensar construí uma definição, não do que é inclusão, mas sim do que é um aluno incluso. Não quero apresentá-la como verdade absoluta e muito menos como algo fechado, mas sim, como base de início para uma discussão e complementação.

      São reflexões e experiências que objetivo compartilhar com meus alunos e leitores.

      O pior ou o melhor é que construi meu conceito de aluno incluso baseado nos educadores do princípio do século XX que ficaram conhecidos como educadores da Escola Nova ou Escola Ativa. Digo o pior porque já há um século as metodologias e suas bases já estão criadas e comprovadas e os professores ainda as ignora. Por outro lado dgo o melhor porque já há um caminho para quem, com boa vontade, deseja cumprir a lei de inclusão escolar no Brasil.

      Quero chamar a tenção de vocês de que o movimento é do início do século XX e hoje estamos no início do século XXI e nossos educadores ainda se assustam frente a possibilidade de incluir todos na escola. Agora, há uma tendência do governo de remunerar melhor o professor dando-lhe um prêmio proporcional ao número de alunos portadores de necessidades especiais que ele aceite em sua sala de aula. Bem... este assunto daria mais uns dez artigos, mas não é ele que me proponho a debater aqui agora.


       A definição que escrevi é:
          “O aluno estará incluso em sua comunidade escolar quando apresenta constantemente progressos cognitivos e progressos na construção de sua auto-imagem positiva; demonstrando que está desenvolvendo a confiança em si mesmo, se relacionando socialmente com todos, tomando consciência de seu ser, construindo sua cidadania e conquistando sua autonomia.”

       Baseado nesta definição encontramos nas escolas de nossa cidade de Uberlândia, inúmeros alunos não inclusos e poderia até dizer em franco processo de exclusão.
 
        Posso citar como exemplos:
-O aluno superdotado que a escola não quer efetivar o avanço de série argumentando que ele não tem maturidade emocional.
-O aluno com pequeno atraso motor que é pressionado para terminar de copiar ao mesmo tempo e no mesmo rítmo dos alunos motoramente "normais".
-O aluno portador de dislexia que não recebe, como a lei sinaliza, situação especial para efetivar suas avaliações.
-O aluno portador de défice de atenção que é encaminhado para escolas especiais para lá permanecer até "curar" e depois voltar para a escola dos "normais"...
-O aluno portador de comportamento violento ou desruptivo, ou mesmo o conversador que os professores colocam para fora da sala a todo momento e vivem a amarga experiência da privação intelectual.

          Este espaço seria pouco se eu fosse enumerar todos os casos que chegam até meu conhecimento.

          Quando sei destes casos citados acima, os quais a solução é tão simples e requer apenas um pouco de treinamento e aprendizado por parte dos professores, diretores e demais envolvidos no processo educacinal, fico pensando em casos mais complexos como os portadores de síndromes que comprometem a capacidade de aprender ou apreender os conteúdos, casos em que a solução é mais complexa implicando inclusive na compra de materiais adequados para atender uma gama pluricogniciva entre os alunos.

         Fico pensando nos casos de inclusão social, intelectual, física e emocional que vivenciei com meus alunos em uma escola em São Paulo - capital - na década de sessenta - quase meio século atrás- e faço a pergunta: Inclusão é para obedecer a lei ou para beneficiar o aluno? Ou como querem as autoridade de hoje, para beneficiar financeiramente os professores?
  
         Pela minha prática sei que o mais beneficiado é o aluno "normal" que aprende a conviver e estudar com os portadores de necessidades especiais e o professor que, como eu, aopós vivenciar o processo de progresso de uma criança com mais dificuldade, fica apto a auxiliar aqueles que têm apenas dificuldades momentâneas, emocionais ou comportamentais e nenhum comprometimento fisiológico.

          Tenho um professor romeno, que foi por trinta anos assistente de Piaget na Suiça e que hoje reside em Israel - Raven Feuerstein - que afirma perguntando:
___“Quem prestará contas a Deus por milhares de cérebros destruídos nos bancos escolares?”

          Que Deus nos perdoe, nos oriente e nos capacite.  

Escrito por Ely Paschoalick às 19h28
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11/07/2010


Clik no conteúdo de 12/12/2008 e conheça os temas de minhas palestras.

Este filme representa uma dinâmica de grupo realizada ao final do módulo "Relações Interpessoais" do Curso de Formação de Liderança comunitária promovido pelo movimento Cidade Futura. Foi tudo de bom!

Caro visitante

No dia 12/12/2008 preparei e publiquei uma lista de temas de minhas palestras para que você possa me conhecer e trabalharmos juntos.

Peço que conheça o tipo de trabalho que venho efetuando com diretores, supervisores, professores, porteiros, cantineiros e outros colaboradores de Escolas públicas, particulares e empresas em geral colaborando para uma maior qualidade na educação deste Brasil que tanto amo.

Conto com você para desafiar-me com novos temas assim como também para divulgar meu trabalho pelas escolas e empresas de seu convívio.

Um grande abraço

Ely Paschoalick

Ely Paschoalick é Educadora e Consultora em comportamento humano, nascida em Batatais- SP- em 22 de abril de 1951 é a terceira filha dos educadores sociais Guilherme Paschoalick e Maria Alzira Corrêa Paschoalick. Ely é avó de 5 netos Eduardo,Fernando,Roberto,Nikolas e Guilherme. É mãe de Tatiana Cristina, Vanessa Cristina e Moisés Guilherme. Paschoalick realiza palestras por todo o Brasil; atende consultas de orientação às crianças, jovens, pais, professores, supervisores e demais envolvidos no processo educacional; presta consultoria educacional aplicada em escolas e consultoria organizacional a empresas de prestação de serviço, comércio e indústria.É mediadora do programa CONCENTRAÇÃO TRAINING cujos exercícios ampliam o poder de: Observar! Analisar! Perceber! Comparar! Sintetizar! Concluir! E auxiliam o aluno a desenvolver uma auto-estima positiva. Ely é colunista de varios sites e constantemente está na mídia regional do Triângulo Mineiro -onde reside- que carinhosamente a chama de "Super Nany do Serrado".Ely Paschoalick possui formação em Administração Escolar, com especialização em consultoria Organizacional e Educacional. Atua profissionalmente desde 1968 tendo ministrado palestras,cursos e consultas para mais de 30 mil pessoas atendendo consultas à alunos de todas as idades, pais e educadores.

 

 

Escrito por Ely Paschoalick às 07h11
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14/06/2010


jogos ortograficos solicite o seu gratuitamente

A Educadora Ely Paschoalick lança uma série de jogos ortográficos para crianças. Solicite gratuitamente pelo endereço:elypaschoalick@gmail.com.br.

Escrito por Ely Paschoalick às 23h01
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05/01/2010


OS DEZ PRESENTES QUE OS PAIS DEVEM DAR AOS FILHOS EM 2010

 

A Educadora Ely Paschoalick escreve sobre os dez melhores presentes para oferecer aos filhos durante o ano de 2010.

Se você não tem mais filhos dê estes dez presentes a você mesmo.


1-AUTO-ESTIMA POSITIVA

Maximize os feitos positivos de seus filhos. Use uma lupa e banque o detetive, porém só flagrando e colocando uma lente de aumento nas coisas certas que ele faz e fala. Flagre-o fazendo o certo e expresse seus sentimentos ao vê-lo realizando assertivamente tarefas, sejam elas, simples, complicadas, rotineiras ou extraordinárias. Quanto aos erros demonstre a diferença entre amar sua pessoa, seu “ser” e não aceitar aquele “fazer” que deve ser interrompido e não mais repetido. Este presente é um “pacotão” que deve estar sempre junto com os itens dois e oito.

2- ELOGIOS INCONDICIONAIS

Dê beijos, abraços, presentes e declarações de amor simplesmente porque os ama e não condicionados às notas boas, à obediência ou qualquer outro feito. Evite negociar prêmios.

   3-CAPACIDADE DE RESILIÊNCIA

Obs.: Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”. Aqui estamos falando em ensinar a nossos filhos a arte de transformar as experiências ruins em soluções criativas – em fatores importantes para obter o sucesso.

Para dar este presente a seus filhos é necessário oferecer tempo e oportunidade para que eles refaçam com sucesso aquilo que foi um insucesso ou mesmo um fracasso. É preciso que seus filhos acreditem que mesmo depois de muito errar há possibilidades de melhorar e mudar as circunstâncias.

 4-      ESPÍRITO SOLIDÁRIO

No lugar de se enfurecer ou lamentar quando algum de seus filhos fracassa, entristeça com suas perdas, frustrações e dificuldades. Demonstre-lhe sua comiseração. Só consegue aceitar o outro quem aceita, sente e percebe seus próprios erros e dificuldades.

5 - ESPÍRITO DE INCLUSÃO – SEM PRECONCEITOS

Faça uma reavaliação em seus comportamentos, comentários e sentimentos frente aos diferentes, aos menos validos, aos necessitados, aos portadores de necessidades especiais... Auxilie seus filhos a respeitá-los aceitando-os, amando-os, incluindo-os e, sobretudo admirando-os. Educação se dá pelo modelo. Crianças vêem, crianças fazem. Seja uma influência positiva.

Veja o filme: http://www.youtube.com/watch?v=8D_xeaFbq-w 

6-      SEGURANÇA E INDEPENDÊNCIA

Esteja com eles, faça-lhes companhia, encoraje-os frente a situações difíceis de serem realizadas. Lembre-se, nunca faça por eles, mas acompanhe-os e motive-os. Se você tem mais que um filho ensine cada um deles a ser independente e auxiliar a independência do outro, mas ensine-os a serem uns pelos outros. Distribua tarefas caseiras para que eles realizem em meio a suas atividades. 

 7-      COMPREENSÃO E AFETIVIDADE

Envolva seus filhos com olhares de carinho, compreensão e amor. Se eles se familiarizarem com seus olhares e expressões faciais de aprovação certamente compreenderão quando o olhar for de advertência.

8-COMPETENCIA E CAPACIDADE

 

Valorize os acertos de seus filhos. Temos o hábito de interferir no erro e considerar o acerto como se fosse normal e comum e às vezes até obrigação. Às vezes há pais que até verbalizam isto dizendo “Não fez mais do que sua obrigação!”. Valorizar os acertos é trocar esta frase por outra semelhante “Parabéns! Você cumpriu maravilhosamente bem sua obrigação! Estou orgulhoso de você! Continue assim!”. Valorizar é dar lugar de destaque. È tornar importante. Não é necessário um presente para valorizar algo. Valorizar o acerto não necessariamente é dar-lhe uma recompensa material, mas sim um destaque afetivo. Lembre-se sempre, este presente faz parte do “pacotão” dos itens um e dois.   

 

 

 

 

9- TRANQUILIDADE E PAZ

Ofereça rotina para seus filhos. Que eles tenham pelo menos uma das refeições do dia coletivo com a família envolta de uma mesa onde as pessoas trocam idéias, que eles tenham horários para estudar, brincar, passear, tomar banho, dormir e acordar. Que eles tenham rituais para guardar as roupas, os objetos, os brinquedos – cada coisa em seu devido lugar – e ensine-os a diminuir o lixo, colecionar e conservar objetos. Só uma pessoa capaz de conservar poderá preservar e respeitar a natureza.

 

      

 

      10- RELIGIOSIDADE

Este é o último presente que enumero para você dar a seus filhos, porém é o mais importante. Através da religiosidade as pessoas aprendem que há leis naturais que regem a Terra e reconhecendo a grandeza e soberania de Deus terá sensibilidade para conhecer a si mesma. Com a religiosidade você desenvolverá em seus filhos dois dons espirituais de extrema motivação para a vida: FÉ E ESPERANÇA.

 

Espero que você passe o ano de 2010 oferecendo estes dez presentes a seus filhos e que Deus derrame bênçãos de saúde, prosperidade e paz em sua família. 

 

Escrito por Ely Paschoalick às 15h44
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17/09/2009


meu e-mail

Se você desejar poderá me escrever pelo endereço elypaschoalick@gmail.com que estarei tirando suas dúvidas. , Agora faça o teste e se auto analise. Abraços! Ely

Escrito por Ely Paschoalick às 14h22
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Independencia dos 5 aos 9 anos

6 – 7 anos

Atravessar a rua

Mesmo que a rua seja de mão única, a criança deve ser ensinada a olhar dos dois lados e utilizar de preferência as faixas de segurança.

6 -7 anos

Utilizar o micro-ondas

Esteja sempre vigilante. Inicie com uma só ação, depois vá acumulando as ações: colocar o alimento. Programar. Retirar o prato.

(cuidado com as pipocas e alimentos que soltam vapor).

6 -7 anos

Fazer pequenas compras em lugar próximo.

Desafie-o a comprar três, quatro produtos diferentes sem levar uma listinha. O guardar na memória auxilia o desenvolvimento do senso de responsabilidade, de causa e conseqüência e a organização interna temporal (antes, depois).

7 - 8 anos

Iniciar o uso de fogão

Esteja sempre presente e vigilante. Utilize apenas uma boca do fogão acesa. Não permita acender ou apagar fornos à gás. Faça deste momento uma oportunidade de aprendizado, portanto evite utilizar momentos em que está preparando toda a refeição da casa. Evite frituras com óleo.

8 - 9 anos

Lavar algumas peças de seu próprio vestuário

Lavar seus tênis, sua blusa de uniforme, peças íntimas é um excelente começo para os Cuidados com seus objetos pessoais.

Espero que com as dicas acima seu filho melhore a coordenação motora, adquira maior socialização, independência física e consequentemente independência emocional.

Não se esqueça: Esteja sempre elogiando os acertos e ofereça novas oportunidades até que ele realize com sucesso aquilo que foi um fracasso. Assim você está desenvolvendo e fortalecendo sua capacidade de resiliência pois ele sempre terá em sua memória que quando as coisas não deram certo, podem ser refeitas e obter sucesso.

Escrito por Ely Paschoalick às 14h21
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Independencia dos 5 aos 9 anos

6 – 7 anos

Atravessar a rua

Mesmo que a rua seja de mão única, a criança deve ser ensinada a olhar dos dois lados e utilizar de preferência as faixas de segurança.

6 -7 anos

Utilizar o micro-ondas

Esteja sempre vigilante. Inicie com uma só ação, depois vá acumulando as ações: colocar o alimento. Programar. Retirar o prato.

(cuidado com as pipocas e alimentos que soltam vapor).

6 -7 anos

Fazer pequenas compras em lugar próximo.

Desafie-o a comprar três, quatro produtos diferentes sem levar uma listinha. O guardar na memória auxilia o desenvolvimento do senso de responsabilidade, de causa e conseqüência e a organização interna temporal (antes, depois).

7 - 8 anos

Iniciar o uso de fogão

Esteja sempre presente e vigilante. Utilize apenas uma boca do fogão acesa. Não permita acender ou apagar fornos à gás. Faça deste momento uma oportunidade de aprendizado, portanto evite utilizar momentos em que está preparando toda a refeição da casa. Evite frituras com óleo.

8 - 9 anos

Lavar algumas peças de seu próprio vestuário

Lavar seus tênis, sua blusa de uniforme, peças íntimas é um excelente começo para os Cuidados com seus objetos pessoais.

Espero que com as dicas acima seu filho melhore a coordenação motora, adquira maior socialização, independência física e consequentemente independência emocional.

Não se esqueça: Esteja sempre elogiando os acertos e ofereça novas oportunidades até que ele realize com sucesso aquilo que foi um fracasso. Assim você está desenvolvendo e fortalecendo sua capacidade de resiliência pois ele sempre terá em sua memória que quando as coisas não deram certo, podem ser refeitas e obter sucesso.

Escrito por Ely Paschoalick às 14h20
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Independencia dos 5 aos 9 anos

6 – 7 anos

Atravessar a rua

Mesmo que a rua seja de mão única, a criança deve ser ensinada a olhar dos dois lados e utilizar de preferência as faixas de segurança.

6 -7 anos

Utilizar o micro-ondas

Esteja sempre vigilante. Inicie com uma só ação, depois vá acumulando as ações: colocar o alimento. Programar. Retirar o prato.

(cuidado com as pipocas e alimentos que soltam vapor).

6 -7 anos

Fazer pequenas compras em lugar próximo.

Desafie-o a comprar três, quatro produtos diferentes sem levar uma listinha. O guardar na memória auxilia o desenvolvimento do senso de responsabilidade, de causa e conseqüência e a organização interna temporal (antes, depois).

7 - 8 anos

Iniciar o uso de fogão

Esteja sempre presente e vigilante. Utilize apenas uma boca do fogão acesa. Não permita acender ou apagar fornos à gás. Faça deste momento uma oportunidade de aprendizado, portanto evite utilizar momentos em que está preparando toda a refeição da casa. Evite frituras com óleo.

8 - 9 anos

Lavar algumas peças de seu próprio vestuário

Lavar seus tênis, sua blusa de uniforme, peças íntimas é um excelente começo para os Cuidados com seus objetos pessoais.

Espero que com as dicas acima seu filho melhore a coordenação motora, adquira maior socialização, independência física e consequentemente independência emocional.

Não se esqueça: Esteja sempre elogiando os acertos e ofereça novas oportunidades até que ele realize com sucesso aquilo que foi um fracasso. Assim você está desenvolvendo e fortalecendo sua capacidade de resiliência pois ele sempre terá em sua memória que quando as coisas não deram certo, podem ser refeitas e obter sucesso.

Escrito por Ely Paschoalick às 14h20
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independencia 4 a 5 anos

 

Como auxiliar a independência física e emocional de seu filho entre 4 e 9 anos. Ely Paschoalick elaborou uma tabela de atitudes que você pode ter com seu filho para desenvolver e fortalecer sua resiliência. Vamos conferir!

Uma das piores formas de superproteção é a emocional:

Pedir desculpas por atitudes erradas do filho (é o autor do erro que deve se desculpar), sentir vergonha por ele (tirar-lhe a vergonha é deixar seu filho “sem vergonha”), resolver seus problemas de relacionamento com outros meninos (é desenvolver sua incapacidade social), são atitudes de superproteção que não permitem o amadurecimento emocional.

Praticando a superproteção os pais estão tirando, de seus filhos, a oportunidade de ser responsável por seus atos e principalmente impedindo que os filhos desenvolvam a capacidade de resiliência. (Os resilientes são aqueles que são capazes de vencer os obstáculos por mais fortes e traumáticos que eles sejam. Pode ser desde um desemprego inesperado, a morte de um parente querido, a separação dos pais, a repetência na escola ou uma catástrofe como um tsunami.).

Envolver seu filho nos cuidados com o ambiente em que vive; no cuidado com seus objetos, suas roupas; no cuidado pessoal e higiênico de seu corpo é possibilitar que ele desenvolva um sistema interno de organização.

A ordem interna (organização do pensamento) produz a ordem externa (organização dos objetos) e viver em um ambiente organizado também proporciona um melhor ambiente para pensar e raciocinar.

Da mesma maneira, exercitar a ordem externa (organização dos objetos e do ambiente) tem como consequência a ordem interna (organização do pensamento).

Os pais devem auxiliar seus filhos a se independerem nos seguintes aspectos:

FAIXA ETÁRIA

APRENDIZADO

RECOMENDADO

4 - 5 anos

Tomar banho sozinho

Supervisione com perguntas e estimule com elogios.

5 - 6 anos

Servir café ou suco a outro.

Dê preferência para servir com o auxílio de uma bandeja. Fica mais difícil, mas auxilia o desenvolvimento do autocontrole.

5 - 6 anos

Lavar talheres

Esta atividade é muito interessante, contribuindo significativamente para a beleza da letra e facilidade em cópias. A criança deve ser desafiada a realizar atividades com água sem  molhar suas roupas e sem derrubar água no chão.

5 -6 anos

Auxiliar a fazer massas de bolo, torta e outras.

Estimule-o a cumprir todas as regras e medidas de higiene necessárias. Não permita que lide com fogo ou fósforo (determine limites).

Escrito por Ely Paschoalick às 14h20
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independencia dos 2 anos aos 4

2 - 4 anos

Colocar a comida em seu próprio prato.

Inicie deixando-o retirar uma das espécies de alimento. (arroz, por exemplo).

3 - 4 anos

Colocar suco ou água em seu próprio copo

Inicie permitindo que a criança retire o líquido de uma torneira que abre e fecha. Depois auxilie a versar o suco de uma jarra, pequena e bicuda, quase vazia, ao copo. Vá aumentando as dificuldades até que sua criança seja capaz de versar líquidos de qualquer jarra para copos. 

3 - 4 anos

Embrulhar balas de coco, enrolar docinhos de brigadeiro e outros.

Ensine-o a não comer enquanto estiver preparando.

3 - 4 anos

Preparar leites ou sucos

Inicie solicitando que mexa para misturar, aos pouquinho vá auxiliando-o a versar os pós com o auxílio de uma colher. (desfie-o a não molhar a colher que utiliza para retirar o pó).

3 - 4 anos

Fazer sanduíches

Inicie passando manteiga, patês ou geléia no pão, depois na bolacha que é mais dura e mais difícil. Possibilite que ele auxilie na colocação de fatias de queijo, presunto, tomate e alface nos sanduíches.

3 - 4 anos

Retirar ou colocar talheres e objetos na mesa das refeições – Enxugar  talheres.

Tais atividades auxiliam a desenvolver o senso interno da organização espacial e temporal.

4 anos

Tomar banho sozinho

Supervisione com perguntas e estimule com elogios.

Com 4 anos seu filho inicia a fase de identificação do seu ser: Quem ele é, como ele é, do que ele gosta.

Nesta fase ele quer ser independente e até parece que ficou teimoso como nunca pois quer mandar em tudo e principalmente em si mesmo.

Leia o artigo superproteção 4 e conheça a tabela dos 4 aos 9 anos.

 

Escrito por Ely Paschoalick às 14h18
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